{"id":6179,"date":"2026-03-18T15:28:54","date_gmt":"2026-03-18T18:28:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/?p=6179"},"modified":"2026-03-18T15:52:44","modified_gmt":"2026-03-18T18:52:44","slug":"artesaos-relatam-importancia-do-apoio-do-idene-na-divulgacao-do-seu-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/artesaos-relatam-importancia-do-apoio-do-idene-na-divulgacao-do-seu-trabalho\/","title":{"rendered":"Artes\u00e3os relatam import\u00e2ncia do apoio do Idene na divulga\u00e7\u00e3o do seu trabalho"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 14pt;\">A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) instituiu 19 de mar\u00e7o como o Dia do Artes\u00e3o, uma forma de valorizar o trabalho manual, a cultura e a economia criativa. Minas \u00e9 rica no seu artesanato e o Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene) tem viabilizado a participa\u00e7\u00e3o gratuita desses profissionais em feiras e exposi\u00e7\u00f5es, instalando-os nas \u00e1reas que adquire nesses eventos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">\u201c\u00c9 uma forma de apoiar o artes\u00e3o que, muitas vezes, n\u00e3o pode custear financeiramente um estande nesses eventos. Ali ele pode vender seus produtos e, principalmente, fazer a divulga\u00e7\u00e3o, que \u00e9 importante para conquistar clientes\u201d, argumenta o diretor-geral do Idene, Henrique Oliveira Carvalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Facas artesanais<\/strong><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_6180\" aria-describedby=\"caption-attachment-6180\" style=\"width: 211px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6180 size-medium\" src=\"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/sm-facas-211x300.png\" alt=\"\" width=\"211\" height=\"300\" srcset=\"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/sm-facas-211x300.png 211w, http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/sm-facas-56x80.png 56w, http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/sm-facas.png 393w\" sizes=\"(max-width: 211px) 100vw, 211px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6180\" class=\"wp-caption-text\">Facas feitas com reaproveitamento de material<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">O que iria para o lixo se transforma em pe\u00e7as utilit\u00e1rias e em fonte de renda. Esse \u00e9 o trabalho do artes\u00e3o Ant\u00f4nio Martins Moreira, de Ponto Chique, Norte de Minas, que utiliza de sobras de plantadeiras, discos de arado e sabres de motosserra que iriam para o lixo para criar diversos tipos de facas artesanais para cozinha, pesca e churrasco. O que come\u00e7ou como hobbie h\u00e1 cerca de quatro anos tornou-se sua principal fonte de renda. Ele acredita j\u00e1 ter produzido cerca de 2 mil facas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Das \u00e1rvores ca\u00eddas ou podadas ele recolhe a madeira para criar um variado leque de pe\u00e7as como petisqueiras, tigelas, t\u00e1buas para churrasco e outros utens\u00edlios para cozinha. No ano passado ele participou da Fenavasf, realizada em Buritizeiro, no Norte do estado, em estande adquirido pelo Idene, momento que considera como o ponto de partida para seu crescimento. A divulga\u00e7\u00e3o do seu trabalho, que era restrito ao Norte de Minas, atraiu clientes do Nordeste e do Sul do pa\u00eds. \u201cCom essa evolu\u00e7\u00e3o eu comprei uma m\u00e1quina e passei a fazer outros tipos de pe\u00e7as como gamela, pil\u00e3o e copos. Com o artesanato eu quero contar a minha hist\u00f3ria\u201d, diz.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Paisagens de Minas<\/strong><\/span><span style=\"font-size: 14pt;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_6181\" aria-describedby=\"caption-attachment-6181\" style=\"width: 264px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6181 size-full\" src=\"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/pintura.png\" alt=\"\" width=\"264\" height=\"253\" srcset=\"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/pintura.png 264w, http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/pintura-80x77.png 80w\" sizes=\"(max-width: 264px) 100vw, 264px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6181\" class=\"wp-caption-text\">Pinturas retratam o interior de Minas<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">\u00a0Maelson Nunes Silva \u00e9 artista pl\u00e1stico morador de Breja\u00faba, comunidade rural de Ladainha, munic\u00edpio do Norte de Minas, onde faz pinturas em \u00f3leo sob tela em quadros e em objetos alternativos como p\u00e1s, garrafas e enxadas. Sua predile\u00e7\u00e3o \u00e9 pelas paisagens do interior de Minas. Ele costuma pintar quadros durante as feiras que participa, atraindo a aten\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as, que param para conhecer e acompanhar o seu trabalho. \u201cEssa intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico \u00e9 uma das coisas boas que acontece durante os eventos\u201d, diz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">No ano passado ele participou do 30\u00ba Festival da Cacha\u00e7a de Novo Cruzeiro, junto com outros expositores, na \u00e1rea adquirida pelo Idene. Ele elogiou a infraestrutura do evento, com estande individual para cada participante mostrar seu trabalho. Para ele, al\u00e9m da divulga\u00e7\u00e3o, o festival foi importante para encomendas futuras que negociou durante o evento.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Retalhos recriados<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Alessandra Pereira Silva \u00e9 artes\u00e3 em Montes Claros, onde produz tapetes, bolsas e ecobags utilizando retalhos que sobram da produ\u00e7\u00e3o industrial. As pe\u00e7as s\u00e3o confeccionadas em\u00a0 patchwork em tecidos de algod\u00e3o, brim e jeans. A ideia de criar as pe\u00e7as nasceu durante o per\u00edodo de isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19. \u201cFoi uma forma de lidar com as preocupa\u00e7\u00f5es, incertezas e ang\u00fastias daquele momento\u201d, relata. Foi assim que nasceu a Arte em Retalhos, que hoje \u00e9 a principal fonte de renda de Alessandra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">O apoio do Idene foi fundamental para que Alessandra participasse em 2025, pela primeira vez, de uma feira nacional, a Fenics, de Montes Claros. Al\u00e9m das vendas realizadas durante e no p\u00f3s-feira, ela cita a oportunidade de divulgar suas pe\u00e7as e redes sociais, o que lhe permite manter contato com diversos clientes. Foi durante a Fenics que Alessandra conheceu estudantes de Administra\u00e7\u00e3o da Unimontes que at\u00e9 hoje lhe d\u00e3o orienta\u00e7\u00f5es e dicas de mercado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Afeto <\/strong><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_6182\" aria-describedby=\"caption-attachment-6182\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6182 size-medium\" src=\"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/geleias-300x167.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"167\" srcset=\"http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/geleias-300x167.png 300w, http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/geleias-80x45.png 80w, http:\/\/www.idene.mg.gov.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/geleias.png 616w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6182\" class=\"wp-caption-text\">Geleias de frutas produzidas com afeto<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Tamb\u00e9m em Montes Claros, Andrea Boaventura\u00a0 fabrica geleias de frutas, doces e conservas. Ela come\u00e7ou h\u00e1 nove anos, produzindo para familiares e depois partiu para as vendas ao p\u00fablico, at\u00e9 criar sua MEI em 2021. Em todo o processo ela tem a ajuda do marido, que faz as compras, coloca os r\u00f3tulos e ajuda na cozinha. \u201cMas quem mexe a panela sou eu\u201d, diz. Ela tamb\u00e9m participa de feiras e exposi\u00e7\u00f5es por meio do Idene. \u201cEsse apoio do Instituto \u00e9 fundamental pois abre portas para a participa\u00e7\u00e3o em grandes eventos como a Expomontes e a Fenics\u201d, ambas em Montes Claros, relata.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Para Andrea, ser artes\u00e3o \u00e9 produzir \u201ccom afeto e com cuidado, por isso \u00e9 bonito. Quando trabalho, coloco toda dedica\u00e7\u00e3o em cada produto, que \u00e9 feito individualmente. \u00c9 um processo afetivo\u201d, diz. Ter uma data para celebrar o dia do artes\u00e3o \u00e9 importante, pois traz visibilidade. \u201cNa maior parte das vezes o artes\u00e3o est\u00e1 escondido, sem divulga\u00e7\u00e3o\u201d, diz.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) instituiu 19 de mar&ccedil;o como o Dia do Artes&atilde;o, uma forma de valorizar o trabalho manual, a cultura e a economia criativa. 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